terça-feira, novembro 17, 2015

CAPÍTULO XVII

Zac abaixou-se e cobriu-lhe os lábios com os seus, fazendo-a calar-se. A língua dele invadiu-lhe os lábios, e Vanessa sentiu tudo girar. Um calor intenso tomou conta de seu corpo, e ela correspondeu ao beijo com ardor.
Zac podia sentir as batidas do coração dela contra seu peito. Não compreendia como aquela mulher o estava trazendo de volta à vida. A boca de Vanessa era macia como seda, quente, úmida e convidativa. A excitação tomou conta de Zac, e apesar de temer o que poderia acontecer mais tarde, desfrutou daquela sensação estupenda. Precisava de Vanessa naquele instante mais que tudo. Mas, não devia estar beijando-a. Complicaria tudo.
Mas, como era bom ser abraçado! Ele beijo-a com impetuosidade.
Os braços de Zac estavam em volta de Vanessa, e a apertava com força. Ela acariciou-lhe o peito nu, de músculos firmes e bem definidos, e gemeu. Estava surpresa por ele tê-la beijado depois de tudo que dissera. Talvez devesse interrompê-lo.
Mas, preferiu continuar em silêncio, retribuindo-lhe o beijo, acariciando-lhe o peito magnífico. Através das mãos percebia a pulsação dele, e admirava-se de poder excitá-lo. Ele sugava-lhe a língua com delicadeza, como se quisesse aprofundar o contato.
Vanessa nunca havia beijado alguém daquele jeito. Ele estava despertando sentidos, desencadeando uma tempestade em seu interior. Ela arqueou os quadris, colando o corpo no dele, desfrutando daquele doce tormento.
Zac pressentiu que Vanessa estava nua por baixo da camisola. Ansiava por poder deslizar as mãos por baixo e acariciar sua pele sedosa e quente, porém sentia alguma resistência por parte dela. O bom senso gritava para que parasse de beijá-la, contudo ela era irresistível. Mesmo sem ter-lhe entregue o coração, apenas os beijos de Vanessa o derretiam todo.
Zac ansiava poder sentir-lhe os seios, acariciá-los e beijá-los. Pelo movimento rítmico dos quadris de Vanessa, ele reconheceu o efeito que estava tendo sobre ela. Será que sabia quanto o estava excitando?
Vanessa era uma mulher que mexia com todos os sentidos de um homem. Para ele, um desafio, uma tentação. Baixa, esguia e cheia de vida. Como a desejava!
Porém, precisava parar de se aproveitar de sua inocência. Sabia que devia parar, mas não conseguia. Vanessa encaixava-se com perfeição em seus braços.
Zac sentiu um enérgico empurrão contra seu peito, e a soltou, relutante. A respiração dos dois, ofegante. Ele ainda tinha nas mãos os cabelos de Vanessa.
Ela se afastou e o estudou com o olhar.
— Pensei que não sentisse desejo.
— Sentia-me assim quando lhe contei. Você me despertou — ele disse, surpreso diante da própria franqueza, e, em luta com a vontade de agarrá-la novamente. — É tão bom, Nessa, sentir... Você me fez vivo outra vez.
Ela o olhou incrédula.
— Você tinha outras opções.
— Eu sei — ele disse, paciente. — Eu agi como devia, no melhor interesse de Aurora. O desejo de beijá-la é uma coisa física. É gostoso te beijar. Você é muito atraente, e eu reagi. É a primeira vez que me sinto assim desde que a Reese se foi.
Ela franziu a testa.
— Aceito o elogio, mas acho melhor mantermos as coisas em outro nível. Este casamento é um negócio.
Ele concordou, apesar de admirar-lhe os olhos brilhantes e os lábios vermelhos dos beijos. As palavras nada lhe diziam naquele momento. Queria abraçá-la e... Por que ela tinha tanto medo da intimidade? ele pensou. Será que sofrerá por amor?
— Boa noite, Zac — ela disse, e correu para o outro quarto.
Ele observou-a sem tentar detê-la.
— Boa noite, Nessa. Durma bem.
Ela olhou-o de relance e fechou a porta. Zac permaneceu inerte, os olhos fixos na porta fechada. Imaginando-a na cama.
— Que lástima — ele disse, e passou a mão pelos cabelos.
O corpo permanecera entorpecido desde a morte de a Reese. Agora estava com a excitação de um adolescente, e Vanessa nada fizera para despertar-lhe o desejo. Apenas o ajudara a cuidar da filha.
O desejo estaria esquecido pela manhã, ele concluiu, e dirigiu-se à janela, sem sono. A dor que sentia era física, melhor que a desolação que o consumira nos últimos meses. Estava vivo e casado. Com uma mulher que não poderia tocar.
Vanessa permaneceu deitada na escuridão, tentando se acalmar, porém os pensamentos eram tempestuosos. Os beijos de Zac a deixaram perturbada. Havia tido um namorado no segundo ano da faculdade, Austin Butler. Mas, os beijos dele nunca tiveram o efeito igual aos de Zac.
Zac ainda está de luto, ela pensou. Mas, seu corpo não. A atração entre eles era meramente física, nada mais. Ele mesmo o dissera. Precisava ter cautela.
Levantou-se da cama e foi até a janela. Contemplou as luzes da cidade, o corpo ansiando pelos braços de Zac. Lembrou-se dos detalhes de seu peito, dos lábios, da língua e do abraço apertado. Não estavam casados nem vinte e quatro horas, e já se encontrava apaixonada por ele. Como resistir?
Fanfic da autora: Sara Orwig

--------------------
Hi girls...
Desculpem por nao ter postado antes...
Prometo recompensa-las depois...
Q beijaço hein!? Vanessa tinha que interromper!?
Comentem ai....
Obrigada pelos comentários!! 
Beijooos

4 comentários:

  1. Esse capítulo foi de tirar o fôlego
    OMG eles precisam ficar juntos logo
    Posta mais hj, amr
    Please,xx

    ResponderExcluir
  2. Uau mega perfeito n vejo a hr deles ficarem juntos logo xoxo

    ResponderExcluir
  3. Nossaaa que beijo hein. Amei o capitulo, Mega perfeito. Bjoss posta maiss

    ResponderExcluir
  4. COMO ASSIM A VANESSA EMPURROU ELE BRASIL???aff viu, eles tem que tornar esse casamento real logoo, posta mais

    ResponderExcluir