sábado, dezembro 12, 2015

CAPÍTULO XX

— Ela perguntou o que você achava. Para ela, se você estiver de acordo, está tudo bem. Está tão feliz por eu estar casada. Vovó nunca quis que eu trabalhasse com papai.
Zac não resistiu à tentação de se aproximar, e ficar perto dela.
— Então talvez não fique decepcionada se decidir vender o rancho.
— Engana-se. Contanto que o rancho fique na família e eu, com você, ela será feliz.
— Eu também, Nessa.
Vanessa respirou fundo.
— Zac, está perto demais. Servirei o jantar assim que Aurora acordar.
— Você me faz querer ficar perto...
Ouviu-se um grito vindo do corredor, e Vanessa passou por ele apressada.
— Vou buscar Aurora.
Zac apreciou-lhe o movimento dos quadris e repreendeu-se.
Depois do jantar, levaram Aurora para passear ao ar livre. Zac resolveu colocar um balanço em um galho de árvore, enquanto Vanessa e sua filha brincavam sobre a relva.
Ele subiu com facilidade na árvore e prendeu as correntes, protegendo-as no galho com coberturas de borracha. Depois, desceu ao solo com desenvoltura.
— Ma... — Aurora disse, e estendeu os braços para Vanessa. Surpresa por Aurora tê-la chamado pelo nome, Vanessa abaixou-se para apanhá-la.
— Nessa, Aurora, Nessa — ela ensinou.
— Talvez tenha de se contentar com "Ma" — Zac disse.
— Não sou a mãe dela, e não quero que se aborreça por ela me chamar assim.
— Não me aborrece nem um pouco. Em breve, ela a estará chamando de "Mama". É pequena demais para lembrar-se de Reese — ele disse com uma voz triste. — Quando crescer, eu lhe falarei da mãe. Por enquanto, é muito pequena para entender.
— Não sei. Ela é muito inteligente.
— Você acha?
— Sim — ela disse, e olhou para Aurora, que desamarrava-lhe a fita da trança. — Você vem? — Vanessa perguntou a Zac, enquanto seguia com Aurora para o celeiro.
— Claro. Termino o balanço mais tarde. — Ele sentia-se satisfeito. As duas se davam muito bem. Brincavam juntas, e a cada dia a afinidade entra elas crescia.
Será que Vanessa tinha consciência daquilo?
Ele atravessou o pátio a fim de alcançá-las, e não pode deixar de admirar o balanço dos quadris de Vanessa. "Deixe-a em paz", ele repreendeu-se. "Ela só está de passagem."
Zac tentou. Nas últimas duas semanas de maio, fizera de tudo para ficar longe de Vanessa. Não cavalgavam mais porque ela precisava cuidar de Aurora. Sentia saudade de sua companhia, e procurava se convencer de que seria por pouco tempo, até encontrarem outra babá. Quando estavam próximos, ele esforçava-se para manter as mãos ocupadas. Mas não podia deixar de ansiar pela noite, hora em que brincavam juntos com Aurora, colocavam-na na cama, e depois tinham momentos de sossego para conversar.
A separação só fez aumentar a vontade de tê-la sempre por perto. Para seu desgosto, pensava em Vanessa cada vez mais.
Em uma tarde quente do final de junho, Zac cavalgava com Dave a seu lado, e não pode deixar de perceber o olhar curioso do outro.
— Algo errado? — Zac perguntou.
— Talvez eu devesse perguntar ao senhor, patrão. Eu o conheço há muito tempo. Alguma coisa o está incomodando?
— Não. Está tudo bem.
— Fiz-lhe algumas perguntas e não obtive resposta.
Zac rangeu os dentes.
— Desculpe-me. Estava pensando em Aurora. Tenho passado as noites acordado. Acho que nasceu um novo dentinho. — Estava mentindo para Dave, mas como explicar que passava horas acordado porque queria a própria esposa?
— Como está a senhora?
 — Bem.
— Sinto falta dela aqui no campo conosco. É um homem de sorte.
— Eu sei. — Chegaram ao curral e desmontaram, cada um cuidando de seu animal em silêncio. Zac guardou o animal e despediu-se de Dave.
— Até mais, Dave.
—Até. Espero que consiga dormir esta noite. E espero que a pequenina tenha um lindo dente novo.
— Obrigado.
Zac atravessou o pátio, ergueu o chapéu e enxugou o suor da testa. A temperatura devia estar além dos trinta graus. Queria um banho frio, uma cerveja gelada e um descanso tranquilo ao lado de Vanessa. Afastou os pensamentos da noite em que acariciara-lhe os seios. A pele macia, as curvas. Sentiu tremores.
O interior da casa estava fresco e calmo. Ana não estava em parte alguma, mas o aroma que vinha da cozinha era divino. Pendurou o chapéu e foi até a geladeira. Uma tigela com frutas frescas e uma travessa de salada de galinha pareceram tentadoras. Apanhou uma cerveja e seguiu pelo corredor.
— Nessa! Aurora! Já cheguei!
Ele tomou um longo gole, e sentiu o frescor da cerveja. Tirou o lenço do pescoço, enxugou a testa e arrancou a camisa. Deu uma espiada na saleta, mas não havia ninguém. Onde estavam todos?
Continuou até seu quarto.
— Nessa?
Nenhuma resposta. A curiosidade aumentou até que ouviu risadas. Seguiu os sons e entrou no quarto de Vanessa. O barulho da água e dos gritinhos vinha de Aurora. Espreitou através da porta do banheiro e divertiu-se com o que viu. Vanessa, de short e camiseta amarrada logo abaixo do busto, banhava Aurora. Estava mais molhada que a pequena. E as duas gargalhavam.
Vanessa abaixou-se na beira da banheira enquanto lavava os cabelos da menina, acentuando o formato dos quadris. Zac suspirou.
— Agora, vamos enxaguar estes cabelos. Vai ser fácil, querida. Aqui está seu patinho, quac, quac — Vanessa disse, procurando distraí-la.
Estava terminando quando Aurora percebeu e reclamou.
— Não! — ela gritou, tentando escapar.
— Olhe para ele — Vanessa disse, deslizando o pato através da água. — Ele está procurando a mamãe. Quac, quac.
Aurora riu, e esqueceu por que resmungava. Ela apanhou o pato e bateu na água com força, encharcando Vanessa.
— Mama!
— Ei, você — Vanessa disse, emocionada por ter sido chamada de "Mama".
Aurora sorriu para ela.
— Mama.
— Sim, querida? Você é uma doçura, sabia? Minha doçura, e também do papai. Agora, vamos sair do banho — ela disse, e levantou Aurora da banheira, então enxugou-a.
— Posso entrar? — Zac bateu na porta.
Vanessa ficou agitada e procurou ajeitar os cabelos. Zac se abaixou e arrancou as botas empoeiradas.
— Se a água está fria — ele começou, e tirou as meias. — Eu vou entrar. — Ele despiu a camisa, colocou a cerveja na penteadeira e entrou na banheira.
— Zac! — Vanessa exclamou. — Sua calça!
— Quase me atirei no bebedouro dos cavalos. Está muito quente lá fora — ele disse, e afundou na água, submergiu a cabeça e ressurgiu, sacudindo-a.
— Bem, pode ficar com a banheira. Não precisa de mim — Vanessa disse. Parecia estar com falta de ar, e ele a surpreendeu admirando seu peito.
A água fresca o animou. Ele agarrou o pulso de Vanessa, sentindo-se travesso, curioso por ela ter mudado de tom.
— Venha comigo — ele disse.
Vanessa viu o brilho nos olhos de Zac e tentou se soltar.
— Não seja ridículo.
— Venha, Nessa — ele chamou. — Uma vez na vida, solte-se e faça uma bobagem.
— Não vou entrar na banheira desse jeito! — ela protestou, rindo
Zac levantou-se da banheira, espalhando água por todo lado apanhou Vanessa em seus braços.
— Zachary Efron, ponha-me no chão!
— Claro — ele disse sem convicção, e sentou-se na banheira. — Agora podemos nos refrescar os dois.
— Zachary Efron, olhe para mim! Perdeu o juízo! — Vanessa exclamou.
— Está mais bonita e tentadora que aquele jantar da geladeira — ele comentou, e Vanessa virou-se para encará-lo. Estava em seus braços, dentro da banheira. Prendeu a respiração quando se entreolharam.
O riso dele foi substituído pelo desejo. Ele passou os dedos sobre a camisa, acompanhando as curvas dos seios, e Vanessa respirou fundo. Sentia arrepios onde ele a tocava, ciente dos corpos molhados e colados.
Ela segurou-lhe a mão.
— Zac, não acho que isto seja uma boa ideia.
— Tem razão — ele admitiu, relutante.
Ela se levantou, e a água escorreu.
— Agora vou molhar tudo. E você também.
— Está certo. Eu não devia ter feito isto, mas estou no paraíso. Está muito quente lá fora. Não precisa molhar o quarto. Pode se despir aqui no banheiro. Eu viro o rosto.
Perturbada, Vanessa olhou para ele. Aurora estava contente, brincando com uma cesta. Zac recostou-se, os braços esticados atrás da banheira. Molhado era ainda mais sexy. Ela suspirou e apanhou uma toalha.
— Está bem. Vire-se.
— A contragosto — ele disse, e se virou para a parede.
— Feche os olhos.
Ele obedeceu, e ela pode admirá-lo sem culpa. Por que ele deixava com os joelhos moles? E já não parecia tão melancólico pela perda da primeira esposa. Uma personalidade dinâmica e forte energia, tornando-o ainda mais sedutor. Ele preenchera o vazio de sua vida,e, a cada dia, sentia-se mais atraída. Entretanto, precisava ser cautelosa.
Ela saiu da banheira. Segurando a toalha, virou-se para despir-se.
Zac abriu os olhos. Prometera muitas coisas à Vanessa, mas virar-se e abrir os olhos não podia garantir.
Sem culpa, ele a contemplou, e ficou extasiado. Vanessa estava de costas e despia o short. A calcinha cor-de-rosa colada ao gracioso bumbum, mais atraente e sexy do que ele imaginara. Ela despiu a camisa, e ele percorreu-lhe o dorso com o olhar, a cintura minúscula, a curva dos quadris, e o bumbum redondo. As pernas longas e esguias, lisas e molhadas. A excitação foi instantânea.
Virou-se depressa antes que Vanessa o apanhasse em flagrante, mas o retrato da nudez dela ficaria gravado em sua mente para sempre. Ela era magnífica. Viçosa, macia e sexy. Ele a queria mais do que nunca.
A porta do banheiro fechou-se, e ele tornou a virar-se. Vanessa já se fora, e levara Aurora. Zac submergiu corpo e cabeça.
Ele saiu da banheira e apanhou uma toalha limpa. Tirou a calça e a cueca e enrolou a toalha na cintura. Bateu na porta fechada do banheiro.
— Nessa, posso sair?
— Claro.
Ele abriu a porta. Aurora estava sentada na cadeira de bebê. Vanessa trajava um vestido de verão de algodão, e começara a tecer uma nova trança. Não podia deixar de admirá-la. O vestido era de brim com decote quadrado e alças nos ombros.
— Está linda! — ele exclamou.
Ela corou, então alisou a saia do vestido.
— Não tenho muitos vestidos. Comprei este no final de semana passado, quando fomos à cidade comprar roupas para Aurora.
— Gostei muito. Podia ser mais curto.
Ela franziu a testa.
— É comprido demais?
— Não consigo ver suas pernas direito.
Ela ergueu o rosto, e mordeu o lábio.
— Você me deixou preocupada. Não entendo nada de vestidos.
— Está ótimo. Apenas compre algo mais curto da próxima vez — ele acrescentou, e ela fez uma careta.
Zac beijou Aurora e partiu para tomar uma chuveirada antes do jantar. A imagem de Vanessa nua e molhada agitava-o. Enquanto se vestia, apanhou um retrato de Reese.
— Eu a amo — ele disse. — Encontrei uma boa mulher, Reese. Preciso seguir com minha vida. Ela é muito boa para nossa filha. — Ele recolocou o retrato no lugar. Amaria a Reese sempre; e respeitaria suas lembranças. A perda fora penosa, mas a dor diminuíra, e o motivo era Vanessa. Uma mulher que faria parte de sua vida por pouco tempo.
Olhou em volta, o quarto cheio de retratos de Reese. Mesmo que fosse temporariamente, estava casado com outra. Reuniu os retratos e os guardou no armário. Havia um no quarto de Aurora, mas aquele poderia ficar lá. Era importante a filha conhecer a mãe. Mesmo que só por um retrato.
Mas, Vanessa não tinha de se deparar com Reese por toda parte.
Zac juntou-se à Vanessa e Aurora na sala de jantar, e partilharam de uma refeição tranquila. Relatou à Vanessa as ocorrências do dia, as cercas danificadas, problemas com a bomba de água... Então recostou-se na cadeira e saboreou o chá gelado.
— Já teve alguma resposta do novo anúncio de babá?
Vanessa estava dando cenouras amassadas à Aurora, que também comia sozinha rodelas de banana. Vanessa o olhou diretamente.
— Não coloquei o anúncio.
— Por que não fez o anúncio?
— Gosto do jeito que estamos vivendo — ela respondeu, tranquila, e deu outra colherada de cenoura à Aurora.
Surpreso, ele a encarou, lembrando-se das primeiras vezes em que estiveram juntos e que Vanessa dizia não saber cuidar de crianças. Mesmo assim, assumira a responsabilidade com eficiência. E Aurora aprendera a amá-la. Sentiu-se aflito. Que aconteceria à Aurora quando Vanessa decidisse partir?
— Pensei que não quisesse tomar conta de uma criança — ele disse.
Ela lhe lançou um olhar fulminante antes de se virar para Aurora.
— Você tem uma filha adorável — ela disse, mais para Aurora do que para ele. — Adoro cuidar dela, e pretendo continuar assim.
— E como vai estudar? — ele perguntou, prendendo a respiração.
— Ah, eu tenho estudado enquanto ela dorme à tarde e à noite. Já me inscrevi para o exame de Austin. — Ela fez uma pausa. — Posso pedir à Lúcia que fique com Aurora no dia do exame. É na próxima segunda-feira.
— Tão cedo? — ele espantou-se. — Está planejando desistir de nosso casamento?
— Claro que não. Só quero tirar as preliminares fora do caminho. Posso não passar no teste.
— Claro que vai passar. Eu vi suas notas da faculdade. Tem média 10. — Zac sentiu um nó na garganta, seria terrível se ela partisse. Recostou-se na cadeira e observou-a alimentar Aurora. A imagem de seu dorso nu o assombrava. Ela o encarou.
— No que está pensando?
— Se ficar sempre com Aurora, o que vai acontecer quando partir? Aurora já está bastante apegada a você.
— Pensei nisso, mas mesmo que eu contrate uma babá que ela goste, não existe garantia de que a mesma ficará para sempre. Aurora terá de aprender a se ajustar. Como tudo na vida. Mas, se não quiser que eu fique com ela...
— É evidente que quero que fique! — ele quase gritou, enfático. — Você é a melhor pessoa para ela. Cada dia que passar conosco, seremos afortunados — ele disse, a voz grave.
Ela deu-lhe um sorriso enigmático. Ele a queria. Lutava para não dar a volta na mesa e tomá-la nos braços. Comprometera-se em manter a distância entre eles. Vanessa o havia libertado da dor e da solidão. Podia perceber novamente o mundo a sua volta. Deixara as trevas, e encontrava-se na luz. Aurora e Vanessa preenchiam sua vida, mas a última lhe dava vitalidade.
— Então, está resolvido — ela disse.
Depois do jantar, Zac levou a filha para o pátio. Vanessa arrumou a cozinha, e observou-o da janela. "Cada dia que passar conosco, seremos afortunados". As palavras dele ecoaram em sua mente. Se ao menos ele estivesse falando com a voz do coração, mas sabia que ele ainda mantinha-se arredio a um novo relacionamento. E não seria ela a mulher que o conquistaria.
Mais tarde, depois de Aurora adormecer, sentaram-se na saleta íntima para conversar.
Um trovão distante despertou-lhes a atenção.
— Trovoadas — Zac disse, levantou-se e foi até a janela. Voltou para o sofá e estirou-se. Vanessa estava sentada no chão, organizando um livro de bebê para Aurora.
— Quando tirou este retrato?
Ele rolou do sofá e foi sentar-se junto à Vanessa. Olhou a fotografia enquanto aspirava o perfume doce dela.
— Não me lembro. Minha mãe sempre escrevia pedindo retratos... — Ele parou e sacudiu a cabeça. Levantou-se e atravessou o cômodo.
— Esqueci de lhe contar uma coisa.
Zac apanhou uma carta sobre a escrivaninha, então retornou.
— É de minha mãe. Ela quer que a visitemos em Chicago com Aurora, no mês que vem, por volta do quinze de agosto.
— Tudo bem.
— Ótimo. Direi a ela que aceitamos o convite. Preciso avisá-la... mamãe fará uma festa em cada dia que estivermos lá. Vai querer apresentar você a todos seus amigos.
Vanessa ficou estática.
— Não posso aceitar.
— Por quê?
Ela se endireitou.
— Não sei nada sobre festas, Zac. Nunca tive uma vida social. Papai e eu apenas ficávamos no rancho. Ele não gostava de festas, e depois que a mamãe morreu, recusava todos os convites.
Za aproximou-se de Vanessa, e apoiou os braços sobre seus ombros. Sentiu de imediato o aroma de rosas. Começou a desfazer-lhe a trança.
— Não vai entender — ela continuou —, mas não tenho vestidos bonitos... na verdade, tenho poucos. Além deste que estou vestindo, tenho mais dois velhos, e o do ensaio do casamento.
— Não se preocupe. Podemos comprar mais vestidos.
— Sabe que há muito mais. Não sei como me portar no meio dessa gente... especialmente senadores e deputados, e gente das grandes cidades, como os amigos de sua mãe e padrasto.
— Eu não estou preocupado, e você também não deve se preocupar. Seja você mesma. São pessoas como as daqui, Nessa.
— Vou ser uma caipira. Uma caipira de um metro e sessenta,
Zac desmanchou-lhe a trança lenta e delicadamente. Passou os dedos entre os cabelos, penteando-os. Vanessa virou-se e fitou-lhe os olhos azuis.
— Acho que seu pai foi precipitado, e acabou lhe prejudicando.
— Nem imagina o que passei na adolescência.
— Mas agora é uma pessoa adulta, e uma linda mulher — Zac disse, enquanto passou os dedos pelas alças do vestido, tocando-lhe a pele macia e quente.
A poucos centímetros dela, desejou beijá-la.
— Zac...
Ele inclinou-se e cobriu-lhe os lábios com os dele. Sua língua invadiu-lhe a boca, sem cerimônia, o corpo reagindo de imediato. Envolveu-a em um abraço forte, inibindo um possível protesto.
Vanessa fechou os olhos e retribuiu-lhe o abraço e os beijos.
Por que não conseguia resistir? Sabia bem a resposta. Ele era sexy, bonito, experiente, e ela, vulnerável. Não tinha ilusões.
Ele não estava apaixonado por ela. Testemunhara muitos momentos de dor e sofrimento naqueles olhos azuis.
Ainda se lamentava pela perda da primeira esposa. O desejo era apenas uma reação física. Afinal, ele era um homem jovem e saudável.
Zac deslizou a mão pela coxa de Vanessa, por baixo da saia do vestido.
Ela esqueceu toda razão e entregou-se ao prazer daquele contato.
Vanessa sentiu um calor ardente formando-se em seu interior. A batalha interior, invencível.
Ela acariciou os cabelos de Zac, e deslizou a mão por baixo da camisa, tocando-lhe os ombros.
Ele desabotoou-lhe o vestido. Vanessa ofegou.
Zac envolveu-lhe o seio com a mão em forma de concha e acariciou-lhe o mamilo com o polegar. Tonta de desejo, Vanessa queria mais e mais.
Cada vez tendo mais dificuldade de resistir.
Zac a empurrou contra o chão, e abaixou-se, beijando-lhe o seio. Então, ele levantou-lhe o vestido e beijou-lhe as coxas.
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Oiiiiiiiiiiiiii meninas... Me desculpem por ter sumido
Mas estou de volta!! :D
E agora? Será que dessa vez vai??
Bom espero que gostem desse capítulo...
Comentem ai o que acharam....
Quero aproveitar para convidar vocês para a acompanharem a maratona
especial do aniversário da nossa diva mais tarde lá no face e no twitter.
Aah e segunda tem um super especial pra ela lá tbm... Espero vcs lá ok!?
Beijos e até qlqr momento!!

3 comentários:

  1. Dessa vez tem que acontecer
    Amr posta mais hj
    Pleasee
    Tava muito morrendo de saudades da fic
    Xx

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  2. Dessa vez tem que acontecer
    Amr posta mais hj
    Pleasee
    Tava muito morrendo de saudades da fic
    Xx

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  3. Acho q dessa vez acontece hein q bom q vc voltou tava com sdds ja mega ansiosa pra saber os proximos capitulos xoxo

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