quinta-feira, dezembro 17, 2015

CAPÍTULO XXII

Apanhou a escova e passou-a pelos cabelos durante uns cinco minutos.
Despiu-se, ficando só de calcinha e sutiã de renda, então vestiu uma meia-calça e calçou sapatos de salto.
Enfim, a saia e o colete abotoado na frente. Brincos de ouro, e maquiagem.
O detalhe final, seu perfume de rosas.
Diante do espelho, admirou a produção completa.
— Meu Deus, não sou eu — ela disse. — A saia justa modelava seus quadris, destacando a minúscula cintura. O colete, o contorno dos seios. — Não sei como fazer isto. — Ela estremeceu. — Você pediu, Zac.
Entrou no quarto de Zac.
— Nessa — ele disse, sem fôlego.
E, ele parecia estupefato.
— Não espera que eu use isto em uma festa de família — ela disse, os olhos fixos nele, as mãos nos quadris. —  Onde pensou que eu usaria isto?
Os olhos azuis de Zac deixaram Vanessa imóvel, enquanto ele atravessou o quarto e aproximou-se dela. Ele a conduziu até a parede espelhada e se posicionou logo atrás. Com os braços à volta dela, sussurrou-lhe no ouvido.
— Olhe para você, Nessa. Jamais vai poder duvidar de quanto é linda e sexy — ele disse com uma voz grave.
Ela preferiu concentrar o olhar na reação dele. Zac a virou, e face a face, Vanessa pode ver o profundo desejo naqueles olhos.
— Nessa, você é sedutora e linda. E, enquanto eu for seu marido, este traje não sai desta casa. — Ele a fitou, procurando uma resposta. — Por que decidiu vesti-lo agora?
— Você o comprou para mim. Achei que quisesse me ver vestida nele.
— Então fez isso por mim? — ele perguntou com ternura. — Ah, Nessa. — Ele desviou o olhar para os lábios dela.
E, mesmo sem tocá-la, Vanessa sentiu em seu corpo o calor dele.
Estava arriscando tudo.
Seus sentimentos, seu futuro.
Estaria sendo impulsiva demais? Nos olhos azuis de Zac teve a resposta. Era mais feliz aqui, com Zac, do que em toda sua vida anterior.
Estavam casados, no papel, haveria uma chance de tornar-se real?
E, mesmo que ele nunca a amasse, teria para sempre aqueles momentos.
Ele a envolveu nos braços, e a contemplou extasiado.
— Tão linda — ele sussurrou, antes de cobrir-lhe os lábios com um beijo ardente.
Vanessa abraçou-o também e correspondeu.
Mesmo no calor daquele contato, ela ainda tinha incertezas.
Não se considerava sofisticada ou experiente. No amor, era como uma criança, enquanto o homem que a tinha nos braços...
Zac a afastou delicadamente, os dedos rápidos nos botões do colete.
Despiu a peça e a beijou novamente. Logo, o sutiã estava no chão, e ela podia sentir o hálito fresco nos seios.
Sentia as mãos trêmulas de Zac, seu desespero, surpresa por ele a desejar tanto assim.
Ele abriu-lhe o zíper da saia, e esta caiu ao chão. Deu um passo para trás, e envolveu-lhe os seios com às mãos, abaixando-se para beijá-los.
Novas sensações percorreram Vanessa; como se seu corpo tivesse vontade própria.
Os temores dissiparam-se. Ela fechou os olhos. Ele mordiscou-lhe o mamilo, e Vanessa apoiou-se em seus ombros.
Queria amá-lo, conhecê-lo intimamente. E tê-lo consigo para sempre.
Zac ajoelhou-se diante dela e despiu-lhe a meia-calça e a calcinha, beijando-lhe a pele nua, acariciando-lhe as coxas e o bumbum.
Devorando-a com os olhos, ele levantou-se. Os braços em volta dela. Vanessa mal recobrava o fôlego, e ele tornava a beijá-la.
Era glorioso estar no abrigo daqueles braços fortes, como se fosse vital para ele.
Então, enfiou as mãos por baixo da camiseta dele, acariciando-lhe o peito.
Zac livrou-se da camiseta, desafivelou o cinto e despiu a calça. Vanessa admirou-lhe as formas perfeitas, deslizando os dedos através de todo seu corpo até chegar à sua masculinidade.
Ele despiu a cueca, e ela acariciou-lhe o membro rígido, pulsante, ouvindo-o ofegar à medida que o acariciava.
Vanessa sentiu um forte rubor permear-lhe as faces, contudo o desejo de tê-lo a consumia.
Ansiava por recuperar o tempo perdido.
O corpo de Zac parecia de bronze.
Os músculos bem definidos.
Vanessa o amava, mas não diria nada enquanto ele não se pronunciasse. Não queria prendê-lo contra a vontade.
Ela o cobriu de beijos, explorando-lhe o corpo todo com as mãos.
Familiarizando-se com cada curva, músculo e dobra.
Então, ajoelhou-se diante dele, e ousou carícias nunca pensadas por ela.
Entorpecido, Zac abandonou-se àquele carinho, sentindo que ia explodir. Vanessa era direta no amor como nas outras áreas de sua vida.
Estava levando-o a um paraíso, ele sentia perder o autocontrole.
Gemendo, ele enterrou os dedos nos cabelos dela.
Queria atirá-la ao chão e consumar de vez toda aquela paixão.
Entretanto, sabia que precisava lhe dar mais tempo.
Sob o ardente desejo, permanecia atônito.
Teria para sempre na lembrança, Vanessa de minissaia vermelha e colete.
Sabia que ela seria capaz de parar o tráfego na rua mais movimentada de Dallas, todavia, ela própria não se considerava bonita ou desejável.
Chegando a seu limite, Zac abraçou-a e a apertou contra si, sentindo-lhe a pele macia e quente.
Vanessa sentia uma dor percorrer-lhe o corpo todo, algo que jamais sentira.
Uma urgência.
Deveria alertá-lo de que era virgem? Será que ele ficaria decepcionado?
Ele a ergueu nos braços e a levou para a cama, pousando-a sobre os frios lençóis de algodão azul-marinho.
— Quero você — ele disse com uma voz grave, e abaixou-se para beijá-la.
A língua invadindo a boca de Vanessa em um ritmo que fazia alusão à união de seus corpos.
Zac acariciou-lhe o corpo, e ela arqueou-se contra ele, correspondendo aos beijos.
Os olhos de Vanessa brilhavam.
Então, ele acariciou sua parte mais íntima, deixando-a alucinada.
Vanessa entregou-se em completo abandono, e percebeu que ele ora tinha a língua, onde antes estavam os dedos.
Ela também chegara ao limite.
— Zac!
— Eu quero você — ele sussurrou. — Quero estas suas pernas longas em volta de mim.
Vanessa não conseguiu responder. A necessidade de seu corpo era intensa demais.
Ela gritou quando atingiu o clímax, e assim aumentou ainda mais seu desejo.
Impetuosamente, ela puxou Zac por cima.
— Agora, Zac — ela balbuciou, e ele respirou fundo, trançando os dedos nos cabelos de Vanessa.
Repentinamente, ele se levantou e ficou de joelhos.
— Nessa, você está tomando a pílula?
— Não, não uso contraceptivo algum.
Ele esticou o braço e abriu a gaveta do criado-mudo.
Tirou um pacotinho e o rasgou.
Tirou o conteúdo e com a ajuda de Vanessa, vestiu-o.
Empurrou-a na cama e posicionou-se entre suas coxas.
Zac encontrava-se sobre ela, viril, excitado e incrivelmente lindo.
Vanessa esperara muito por aquele momento.
Ele moveu-se sobre ela, beijando-a com fervor.
Ela queria envolvê-lo por inteiro com seu amor.
Seus corpos se uniram em um só, e Vanessa fechou os olhos.
A sensação, indescritível. Os seios inchados, o corpo todo pedindo mais.
— Zac, por favor... — ela balbuciou.
— Por favor? — ele perguntou, e Vanessa abriu os olhos.
— Quero ouvi-la pedir — ele disse.
— Eu quero você.
Zac sentiu o coração disparado, o corpo coberto de suor.
Lutara para manter o controle. Ela se movimentava sensualmente, exigindo que ele a possuísse por completo.
Surpreendeu-se ao perceber que Vanessa ainda era virgem..
Olhou para seu rosto e a viu morder o lábio, suor na testa, os olhos fechados. Mas, quando Zac se deteve, ela abriu os olhos.
— Nessa... — Ele não sabia o que falar. Beijou-a, procurando abafar o desconforto. Agiu sem pressa, buscando dar-lhe o máximo prazer. Ela arqueou o corpo e apertou-lhe os quadris.
As pernas em volta dele. E, Zac soube que chegara o momento.
Enfim, ele a possuiu, abafando os gritos de Vanessa com seus beijos.
Os dois movendo-se como um só.
Sensações inundaram Vanessa, e seu mundo, naquele momento, era apenas estar nos braços fortes do seu amor. Não podia ouvir nem pensar, tudo era pura magia.
Ao longe ouviu um grito, e, então se deu conta de que era seu.
Zac era todo seu, e ela era dele.
A dor momentânea transformou-se em êxtase, e Vanessa foi levada ao limiar extremo.
— Nessa! — Zac gritou. Seu corpo forte tremeu com o êxtase.
Vanessa comprimiu-o com braços e pernas e foi levada novamente ao limite.
Ofegante, ela foi sentindo o corpo voltar ao normal.
Acariciou as costas de Zac, sabendo que, independente do futuro, teria sempre aquela noite como uma lembrança.
Virou-se e viu que ele a observava.
Então, Zac inclinou-se e a beijou com o mesmo fervor de antes do amor.
Ela afastou-se e passou o dedo através do rosto dele, afastando os cabelos em desalinho.
Zac estava suado e a contemplava com um olhar terno e meigo, que a derreteu toda.
— Eu a machuquei?
— Que acha? Pareço estar com dor?
— Não sei. — Ele beijou-lhe o pescoço. — Foi especial, Nessa.
Ela não tinha certeza se ouvira corretamente, mas não importava.
Preferiu concentrar-se nos beijos. Ele apertou os braços em torno dela, e Vanessa surpreendeu-se por Zac estar novamente excitado.
— Você não tem ideia de quanto me excita — ele disse com uma voz tranquila. — Não durmo há semanas pensando em você. E, esta noite não quero dormir. Não enquanto me desejar.
Vanessa não esperava aquela declaração. Achou que ele fosse perder o interesse depois de terem feito amor. Em vez disso, Zac parecia mais faminto do que antes.
— Poderia tê-la agora mesmo outra vez — ele disse, a voz grave. — Mas... — Ele afastou-se e levantou-se da cama. Ergueu-a em seus braços e a levou para o banheiro.
— Vamos tomar uma chuveirada e começar tudo outra vez. E desta vez, vou ser capaz de ir mais devagar. Vou amá-la até que desmaie.
— Quase desmaiei.
— Esta vez será especial para você — ele disse, abrindo o chuveiro e entrando sob o jato morno. — Deixe que eu me preocupe com suas necessidades e a mantenha protegida.
Saiu do chuveiro e fechou a porta do boxe. Instantes depois, ele estava de volta. Magnífico em sua nudez. Vanessa não sabia se devia envergonhar-se.
Mas não, ele estava à vontade, a intimidade compartilhada era natural.
— Zac — ela sussurrou, e passou as mãos molhadas pelo corpo dele.
Ele entrou sob o chuveiro e começaram a se amar novamente.
Já amanhecera quando Vanessa permitiu-se um cochilo. Ao abrir os olhos, Zac a observava.
— Bom dia.
— Você não dorme nunca?
— Não esta noite. — Ele brincou com um dos cachos de Vanessa. — Você não quer se mudar para meu quarto, Nessa?
Ela o contemplou em silêncio. Queria mais do que aquilo. Queria seu amor. Se partilhassem do mesmo quarto, sofreria mais quando acabasse? Ou haveria uma chance de ficarem mais próximos?
— Eu não planejei desse jeito, Zac. Você comprou aquele traje, eu o vesti, mas não pensei nas consequências.
— Eu a quero aqui comigo — ele disse, solene. Enquanto pensava nos prazeres da noite, admirava-lhe o rosto. Os olhos azuis, os cílios longos, emoldurados por cabelos lisos e acobreados. Ele aguardava uma resposta pacientemente.
Apesar de terem feito amor, e de ele ter gritado seu nome, Vanessa não estava certa se ele a amava.
Contudo, aquilo não significava que não pudesse se apaixonar por ela. Vanessa passou a mão no rosto dele e sentiu a barba que começava a despontar.
— Você não tem pelos no peito, mas faz a barba todo dia.
— É minha mistura genética. Tenho sangue de branco e de índio em minhas veias. Mas não mude de assunto. Eu a quero em minha cama. Foi tão maravilhoso, Nessa. Sinto-me vivo depois de muito tempo.
Ela o abraçou, e ele correspondeu. Vanessa podia ouvir seus corações batendo em uníssono. Será que um dia ele a amaria? Ou estaria ela correndo atrás de uma fantasia? Contudo, a noite fora bem real, e também especial para ele.
— Vou trazer minhas coisas hoje — ela respondeu. E beijaram-se.
Vanessa tornou a dormir, e, mais tarde quando acordou, ele havia sumido.
Preocupada com Aurora, ela saiu da cama e olhou o relógio. Sete e trinta. Levantou-se, enrolou-se no lençol e saiu apressada do quarto. Ana, a empregada, só vinha na parte da tarde, e Zac já devia ter saído para o trabalho. Só podia haver uma explicação para tamanho silêncio: Aurora dormira até mais tarde. O que era raro.
Correu até o quarto da pequena, mas estava vazio. Aflita, saiu correndo pelo corredor chamando-a.
— Aurora!
— Aqui, Nessa — ouviu a voz masculina. Ela entrou na cozinha e encontrou Zac alimentando Aurora. A menina tinha mingau de aveia no rosto e nas mãos. Imediatamente, sorriu para Vanessa.
— Mama! — Ela estendeu as mãos imundas.
— Nem pensar, doçura — Vanessa disse, e olhou para Zac que apreciava sua roupa de lençol.
Ele já estava vestido de calça jeans e camiseta. Lindo como sempre.
— Ela foi uma boa menina e dormiu até tarde. Não queríamos acordar você.
Vanessa mal podia ouvi-lo. Pensava nos momentos que haviam partilhado na noite passada. Notou que o cômodo ficara silencioso, exceto pelos grunhidos de Aurora.
Zac apertou os olhos e respirou fundo.
— Nessa...
Ela ouviu a voz grave, viu a urgência naqueles olhos azuis, mas tinha consciência de que precisavam voltará rotina.
— Vou me vestir — ela disse, e saiu pelo corredor.
Ela fechou a porta de seu quarto e encostou-se nela. Ela o queria mais que tudo.
Devia ser o contrário, ela pensou. Todavia, uma olhada naquele corpo forte e viril despertaram-lhe o desejo.
Precisava da segurança e do calor daqueles braços fortes a envolvê-la.
Chocada com os últimos eventos e as mudanças consequentes, olhou-se no espelho.
Era a mesma de sempre, mas ao mesmo tempo, era outra pessoa.
Estava perdidamente apaixonada por um homem que talvez não pudesse corresponder-lhe o sentimento. Ligada irremediavelmente a Zac e à Aurora. Não saberia mais viver sem os dois. E naquela manhã era toda mulher, feminina e desejável... por causa de Zac.
Nem todas as incertezas estavam para trás. A viagem para Chicago ainda representava uma nuvem escura no horizonte. Estaria fora de seu meio, e talvez Zac se decepcionasse. Vanessa ergueu os longos cabelos.
Precisava ir com urgência ao salão de beleza, e também ao médico, obter uma receita de pílulas anticoncepcionais.
Faltavam alguns dias para a viagem, e resolveu não se preocupar naquele dia que lhe era especial. Preferia brincar com Aurora e lembrar os detalhes da noite mais importante de sua vida.
Mais tarde, Zac sufocou-a de beijos na porta da cozinha, antes de ir trabalhar.
— Se não tivéssemos Aurora, eu nem iria trabalhar.
— Mas temos, e precisa ir.
— Voltarei quanto antes. E, estarei pensando em você a cada minuto.
— É melhor prestar atenção no serviço ou pode acabar levando um coice.
Ele não riu, olhando-a fixamente.
— Foi muito bom, Nessa.
O reconhecimento dele era um passo a mais para chegarem a uma relação perfeita.
— Também adorei — ela disse, torcendo para que ele abrisse o coração de uma vez.
Ele virou-se, e a passos largos seguiu em direção a caminhonete estacionada junto ao celeiro.
As três semanas seguintes foram idílicas.
Mas, à medida que se aproximava o dia da viagem a Chicago, Vanessa preocupava-se. Um dia antes de partirem em viagem, o resultado do exame de admissão chegou.
Naquela noite, depois de fazerem amor, Vanessa comunicou a Zac que havia sido aprovada.
— Que bom. Assim não tem mais que se preocupar com isto.
Vanessa o encarou, desejando que ele lhe pedisse para desistir dos estudos e que ficasse com ele para sempre.
Em vez disso, ele a beijou com paixão, fazendo-a esquecer-se de tudo.
No dia seguinte, partiram para Chicago. Aflita, Vanessa viu o aeroporto DFW tornar-se minúsculo à medida que o jato ganhava os ares. Estava com um novo corte de cabelo, na altura dos ombros. Zac elogiou no momento em que a viu, mas depois admitiu que a preferia de cabelos compridos.
Estava levando duas malas cheias de roupas novas, e Zac apertava-lhe a mão, mas, mesmo assim, não podia deixar de tremer. Tivera más experiências no passado no convívio social, e temia ter de enfrentar a alta sociedade de Chicago.
Aterrissaram no aeroporto de Chicago, onde Starla os aguardava. Vanessa esqueceu toda apreensão. Pedira a Starla que lhe marcasse hora no salão de beleza, e esta acertara tudo para o dia seguinte. Na primeira noite, jantaram em casa com Tom e Starla.
As dez, Zac pediu licença e retiraram-se para o quarto.
— Viu, eu não disse que não seria problema dividirmos o mesmo quarto? — ele indagou em uma voz grave, enquanto abria os botões do vestido de Vanessa.
Diante daqueles olhos azuis cheios de paixão, Vanessa recusou-se a responder. Envolveu-o em seus braços e o beijou.
Ele correspondeu, e logo o vestido estava jogado em um canto. Zac a pegou no colo e a levou até a cama imensa.
Bem mais tarde, Vanessa encontrava-se adormecida, e ele alisava-lhe os cabelos. Sentia-se um homem de sorte; sua vida estava entrando no eixo.
A agonia e mágoa da perda agora não passavam de uma lembrança. Estava vivo e feliz ao lado de vanessa. Apaixonado por aquela mulher incrível que se tornara muito especial para ele. Queria que ela ficasse para sempre a seu lado no rancho, mas ela teria de decidir sozinha. Jamais a obrigaria a ficar contra vontade.
Acariciou-lhe os cabelos, agora mais curtos, entendendo que ela os cortara pensando em se encaixar melhor no mundo de sua mãe. Estaria ela disposta a ficar no rancho? Ou ele perderia outro grande amor?
Algumas semanas antes, ela lhe perguntara se a amava, e ele não respondera. Agora podia dar esta resposta com sinceridade. Do fundo do coração.
No momento oportuno, pretendia dizê-lo. Até pensou em acordá-la.
Devia ter-lhe dito naquela noite, mas as palavras lhe fugiram quando se abraçaram.
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Oiiiiiiiiiiiiii meninas...
Aqui está mais um capítulo :D
Que toquem os sinos... ALELUIAAA!!
Comentem ai o que acharam....
Beijos e até qlqr momento!!

3 comentários:

  1. Meu Deus do céu
    Apaixonada por esse capítulo ♡♡♡
    Amore posta mais hoje,please
    Tá tudo muito perfeito
    Xx

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  2. Ai que tudoooo... Eu amei o capitulo. Postaaa maisss

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  3. Ai meu deus foi perfeito o cap por favor posta mais hj mega ansiosa bj

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