sexta-feira, dezembro 25, 2015

CAPÍTULO XXVI (Último Capítulo)

Precisava conversar com as duas irmãs.
Chris e Alex passaram por elas na escada, e foram se encontrar com Zac.
Ficaram com a casa só para elas.
Vanessa falou sem parar, não conseguia de controlar, e Ashley a ouviu atentamente.
Stella contou-lhe que a irmã que estava apaixonada por Zac, mas que partira porque ele não tentara impedi-la.
— Acho que ela deve voltar e conversar com ele — Stella disse.
— Não concordo — Ashley disse. — Os homens são tão obtusos, e se quer mais do que uma vida no rancho, esta é sua oportunidade.
— Está enganada, eles precisam conversar — Stella insistiu. E as duas começaram a discutir, esquecendo-se da presença de Vanessa.
— Vou me vestir. Preciso ir para Austin. Vou pensar no que disse, Stella, mas quero primeiro dar uma olhada nos apartamentos. Quero que me prometam que não vão interferir.
— Não vou prometer nada — Stella disse. — Talvez ele precise de um empurrãozinho.
— Ele não é assim — Vanessa afirmou.
— Nessa está certa. Eu prometo — Ashley disse.
— Está bem, eu também prometo, mas acho que é um grande engano — Stella acrescentou. E, Vanessa sabia que podia contar com a sinceridade das irmãs.
Durante o banho, ficou relembrando a conversa com as irmãs.
Pensaria melhor durante a viagem para Austin.
Despediu-se de todos que estavam na casa e entrou no carro que fora do pai.
Quando chegou na via expressa, olhou na direção do rancho de Zac.
Era outro dia quente com ventania.
Durante o percurso, nem apreciou a paisagem.
Os pensamentos estavam em Zac.
Deveria dizer-lhe a verdade? Deveria confessar que o amava e a Aurora? Que continuaria a amá-lo mesmo se ele não lhe correspondesse? Ele agira como um homem apaixonado, e talvez fosse tudo um tremendo engano.
Ela não queria mais ser advogada.
Queria Zachary e Aurora.
Vanessa passou dois dias procurando um apartamento perto da universidade.
No sábado de manhã encontrou um de seu agrado, mas não quis assinar o contrato.
Preferiu voltar ao hotel e repensar seu futuro.
Ao abrir a porta, o telefone estava tocando.
Correu através do quarto e atendeu a ligação.
— Alô.
— Nessa?
Era Zac.
Ela agarrou o aparelho, fechou os olhos e sentou na beira da cama.
— Acabei de entrar — ela disse, ofegante.
Como a voz dele era maravilhosa!
Por que estaria telefonando?
Pediria que voltasse para casa?
— Ashley me disse que está procurando um apartamento — ele disse.
Vanessa pensou se deveria lhe perguntar se a queria de volta.
Para junto dele e de Aurora.
— Sim, mas não encontrei nada que me agradasse.
— Sentimos sua falta — ele disse com a voz controlada.
— Estou com muita saudade — ela admitiu.
O silêncio se estendeu. "Peça-me para voltar para casa".
O silêncio era incômodo, mas tinha receio de falar.
Zac recostou-se na cadeira, os pés sobre a escrivaninha.
Apertou o telefone na mão até as juntas ficarem brancas.
Queria que ela dissesse que voltaria.
Ashley lhe contara dos planos de Vanessa, do apartamento, e ele passara noites claro remoendo aquela informação.
Não conseguia acreditar no que estava acontecendo.
Ela dissera que estava com saudade em um tom quase de súplica.
Estaria imaginando coisas?
Ele esfregou o queixo com a barba por fazer.
Há dias não se barbeava.
Tentava manter a rotina de trabalho, e os homens do rancho lhe davam espaço, pressentiam que algo estava errado.
Lúcia cuidava de Aurora e perguntava-lhe quando Vanessa voltaria.
Ele nada dizia.
Mas, naquela manhã, não pode suportar mais.
Precisava pelo menos ouvir a voz de Vanessa.
Sua declaração o surpreendeu. "Estou com muita saudade".
O que significava aquilo? E o silêncio? Por que ela não dizia mais nada?
— Nessa, estamos acertando os detalhes da compra de Rocking R. Stella disse que vai estar de volta amanhã.
— É verdade. — As lágrimas encheram-lhe os olhos.
Ela o queria.
Os braços fortes, o seu carinho.
"Por favor, peça-me para voltar".
— Eu a verei quando voltar para casa.
— Claro. Gostaria de poder falar com Aurora.
— Ela está sempre chamando por você — ele disse, e Vanessa sentiu uma pontada no peito.
— Diga a ela que estou com saudade.
— Claro. Vejo você amanhã, Nessa.
— Foi bom você ter ligado..
— Sim, foi bom ouvir sua voz. — Ele colocou o fone no gancho e enxugou as lágrimas.
Ele a amava e a queria de volta.
Ficava arrasado quando Aurora chorava, gritando por Vanessa.
E as noites, na cama vazia, eram longas e terríveis.
Inquieto, dirigiu-se à janela em busca de um consolo na natureza.
Mas, só enxergava os olhos achocolatados de Vanessa.
— Céus — ele quase gritou, sentindo-se só.
Apertou os olhos. Vanessa era adulta, inteligente, e direta.
Ela confessara estar com saudade.
Apertou o punho, sua determinação em deixá-la seguir seu próprio destino estava enfraquecendo.
Pelo menos uma vez, ele diria que a amava.
Se ela quisesse partir, não insistiria.
Mas primeiro, precisava abrir-lhe o coração, declarar seu sentimento. Respirou fundo.
Não aguentaria esperar até o dia seguinte.
Se Lúcia pudesse ficar com Aurora, seguiria para Austin.
Entusiasmado e esperançoso, ele deixou o escritório.
— Lúcia!
Zac correu para seu quarto e apanhou uma calça jeans limpa.
Tirou a camisa para tomar uma chuveirada. Ao atravessar o cômodo, o telefone tocou, e ele atendeu.
Do outro lado, ouviu a voz do xerife.
— Zac, aqui é Zach Burnett. Acabamos de receber uma ligação. Alguém passou na estrada e viu fumaça em suas terras. Já estou a caminho.
Zac foi até a janela.
Um tremor percorreu-lhe o corpo todo ao ver a nuvem de fumaça que surgia por entre as árvores.
— Temos previsão de chuva — Zach continuou —, e está escuro ao norte, mas a chuva deve demorar algumas horas. A fumaça está indo na direção sudoeste. Já contatei os bombeiros de três cidades. Estão todos a caminho.
— Obrigado, já estou indo.
A linha ficou muda, e Zac correu pelo corredor e encontrou Dave vindo em sua direção.
Estava todo sujo e pode ver que o problema era sério.
— Está tudo em chamas. Estamos afastando os animais. Do jeito que o vento está soprando, sua casa não vai escapar.
— Acabei de falar com Zach Burnett. Vou ajudá-los assim que puder. — Dave partiu e Lúcia veio encontrá-lo.
— Lúcia, vá até sua casa, pegue suas coisas. Vou arrumar as coisas de Aurora. Depois pegue o carro e leve-a para a cidade. Fique no hotel, mande colocar na minha conta. Depressa! Precisam sair daqui. O fogo está chegando.
Desesperado, Zac segurou Aurora e a levou para o quarto.
— Filha, você e Lúcia vão passear de carro. Vou arrumar suas coisas — ele disse, abrindo as gavetas e enfiando as roupas nas malas.
Correu até seu quarto e pegou outra mala, encheu-a de brinquedos e livros, um retrato de Reese, e uma foto de Aurora bebê.
— Sr. Efron, estou pronta — Lúcia disse, ao entrar no quarto.
— Veja se esqueci alguma coisa. Vou levar as malas para o carro. — Ele apanhou dois ursos de pelúcia e a coberta favorita de Aurora antes de ir para o carro de Lúcia.
Quando saiu da casa, pode sentir o cheiro do fogo no vento.
Sentiu-se aliviado ao ver o celeiro aberto e vazio.
Lúcia saiu da casa com Aurora e duas sacolas, cheias de mamadeiras e leite em pó.
Então, acompanhou-as até o carro e prendeu Aurora na cadeira de bebê.
— Obrigado, Lúcia. Reze por nós.
— Pode deixar, sr. Efron. Tome cuidado. Os incêndios são perigosos. Ainda bem que vai chover. Veja aquela nuvem escura ali no céu.
Ele olhou para a direção do fogo.
— Não acho que chegará em tempo de salvarmos este lugar.
Ela entrou no carro, ele inclinou-se e beijou Aurora.
— Você é minha princesinha. De noite o papai vai estar com você. Seja boazinha. Promete?
Ela acenou com a mão pequenina e sorriu.
— Cuide-se, Lúcia. — Ele fechou a porta do carro e correu até sua caminhonete. Entrou, ligou o motor e partiu em disparada pelos campos.
Vanessa dirigia em alta velocidade pela via expressa, mas diminuiu ao passar por Latimer.
Estava voltando para Zac.
Ele teria de mandá-la embora.
Tinham sido sinceros até agora, e, ele teria de lhe dizer a verdade.
Pelas lembranças do passado e pela conversa ao telefone, sabia que o casamento tinha uma chance.
E, era tudo que desejava.
Voltar à felicidade que conhecera nos braços dele.
Estava saindo de Latimer quando avistou uma nuvem de fumaça a distância.
A coluna de fumaça alastrou-se entre árvores, e ela ficou aterrorizada.
Talvez fosse mais longe do que parecia.
Mas, à medida que se aproximava, ficava mais preocupada.
Rezava em silêncio para que os ranchos não fossem atingidos.
Apertou o acelerador, correndo, e passou a entrada do Rocking R.
A cada quilômetro, o pavor aumentava.
Agora podia ver as chamas alaranjadas mais altas que as árvores.
Não sabia até onde poderia continuar sem entrar no meio do fogo.
Rezava para que fosse distante do rancho de Zac, de sua casa, do celeiro, mas podia ver que estava próximo.
O pavor transformou-se em terror quando chegou à estrada que levava à casa de Zac.
Podia ver as chamas engolindo tudo.
A fumaça escura e as cinzas por toda parte.
O cheiro acre ardia na garganta, mas apesar do perigo, seguiu na estrada até a casa de Zac.
Podia ver os homens lutando contra o fogo.
Um caminhão-pipa passava pela lateral do fogo, o jato de água, inútil contra a ferocidade do fogo.
Sabia que Zac devia estar ali, em luta com fogo, mas, e Lúcia e Aurora? Nuvens de chuva se juntavam ao norte, e Vanessa torceu para que a chuva chegasse em tempo.
Estacionou o carro atrás da casa e correu. O celeiro estava vazio. Os animais deviam ter sido removidos. Correu para dentro da casa.
— Lúcia!
Havia apenas o silêncio.
Vanessa apanhou as chaves da outra caminhonete e correu até a saleta íntima.
Precisava salvar algumas coisas para Zac.
O bisavô, avô e pai tinham deixado objetos de valor sentimental.
Apanhou o rifle sobre a lareira, o abajur da sala, e a pequena mesa feita pelo bisavô.
Levou tudo até a caminhonete.
Correu de volta para buscar mais coisas.
A cada viagem, podia ver o fogo se aproximando.
Podia ouvir o crepitar do incêndio quando terminou de lotar a caminhonete.
Naquela última leva incluíra roupas de Zac, botas, armas, retratos e as fotografias do casamento deles.
Vanessa entrou atrás do volante e partiu em disparada.
Foi para casa levar as coisas e voltar para ajudar fio combate ao fogo.
Ao retornar, deixou a caminhonete na via expressa e apanhou uma enxada na caçamba.
Recebeu uma lufada de vento quente, e depois outra mais fresca.
Olhou para o céu.
A chuva estava a caminho, mas não chegaria a tempo.
Correu para perto do fogo e passou a cavar, atirando terra nas chamas. Tossia muito e a fumaça fazia arder seus olhos e garganta.
A casa estava a uns trezentos metros, mas bem à vista.
Pode ver horrorizada quando o telhado desabou consumido pelo fogo. Provavelmente alguma fagulha voara no vento e caíra sobre ele.
Era desolador ver a casa sendo destruída.
Não apenas pela perda material, mas por Zac.
Era seu lar, passado de geração em geração.
Continuou sua luta contra o fogo, os olhos cheios de lágrimas.
O vento mudou de direção, e ouviu um homem gritando satisfeito.
Agora, o fogo voltava por cima das cinzas.
Vanessa sentiu os ombros doloridos e as mãos machucadas.
Parou para limpar a transpiração.
Ao virar-se, viu que a casa continuava a arder.
As janelas e o telhado haviam desaparecido.
O lugar era um inferno de labaredas.
Mesmo com os bombeiros e suas mangueiras, não havia salvação.
Do meio da fumaça, saiu um homem e veio em sua direção.
A camiseta suja e rasgada, o jeans coberto de lama e cinzas.
Reconheceu os passos largos.
O coração disparou, e ela atirou longe a pá e correu para ele.
— Zac!
Zac abraçou Vanessa com seus braços fortes e beijou-a com fervor.
O queixo áspero, com a barba por fazer, arranhou-lhe o rosto, mas ela nem se importou.
Trêmula de contentamento, Vanessa o envolveu em um abraço.
Lágrimas quentes rolaram pelas faces dela, mesclando-se aos beijos. Como o amava.
Jamais ficaria longe dele outra vez.
— Sua casa... — ela suspirou, olhando para trás.
— Eu estava a caminho de Austin, quando o incêndio me deteve. Por que está aqui?
Vanessa sentiu um calor no peito ao saber que ele estava a caminho de Austin.
— Zac, eu...
Ele a beijou novamente antes que pudesse terminar a frase.
Zac a apertou contra o peito.
Jamais esqueceria o momento em que Dave disse ter visto Vanessa combatendo o fogo.
Daquela vez, não a deixaria partir.
Não sem uma boa briga.
Vanessa não era Reese.
As duas eram muito diferentes e as circunstâncias eram outras.
Naquele instante, Zac não conseguia pensar em mais nada, além de amá-la, possuí-la, tê-la para sempre.
Ele ergueu a cabeça.
— Eu amo você, V — ele disse determinado.
Vanessa comoveu-se e sacudiu a cabeça, incrédula.
— Eu voltei porque não quero abrir mão de nosso casamento.
— Ainda bem! — ele exclamou, e tornou a beijá-la. Apaixonadamente.
Vanessa sentiu-se culpada por estar tão feliz no meio do incêndio que destruíra a casa de Zac.
Então, sentiu os primeiros pingos de chuva.
Mas Zac nem notou.
Contemplava-a com os olhos marejados.
— Eu amo você, Baby V. Não consigo viver sem você. Também quero salvar nosso casamento.
Ela tocou-lhe o rosto, maravilhada.
— Zac, eu sempre o amei. Sempre.
Ele sorriu, desconcertado.
— O presente já me basta.
— Acho que foi preciso eu partir para você...
— Não é verdade. Estou apaixonado desde a nossa noite de núpcias. No princípio, não compreendi o sentimento, mas depois tive certeza.
— Por que não me contou? — ela perguntou, e franziu a testa. Por que teria ele lhe escondido os próprios sentimentos?
— Eu ia lhe contar quando fomos a Chicago. Então observei que gostou muito da cidade e das pessoas. Achei que merecia viver entre elas. É inteligente e tem personalidade...
— Oh, Zac, pare! Não quero viver na cidade. Nem me interessa mais ser advogada. Meu amor, só quero você e Aura.
Ele a abraçou, impedindo-a de dizer mais. Beijaram-se até ficarem sem fôlego.
Vanessa olhou para ele, lembrou-se dos momentos de melancolia e amor desesperado em Chicago, e o compreendeu.
— Foi só por causa de Chicago que não disse nada?
Ele a estudou, uma expressão carregada no semblante.
— Não. Também não queria obrigá-la a ficar no rancho contra sua vontade. Tive medo de perdê-la para sempre, como acontecera com Reese.
— Oh, Zac! Eu não sou como a Reese. Eu adoro a vida no rancho.
— Foi o que descobri hoje. Por isso estava a caminho de Austin, mas Zach me ligou e avisou-me do incêndio em minhas terras.
— Por mais que eu queira ficar a sós com você, acho que devemos nos juntar aos outros — ela disse, tentando ser prática. — Sinto muito pela perda de sua casa.
— Tudo ficou sem importância, agora que tenho você de volta. Nessa, você me devolveu a vida, o amor. Espero poder um dia recompensá-la por tudo que deu a mim e à Aurora.
Ela tocou-lhe a face, os olhos cheios de lágrimas.
— Não se esqueça de que fiz tudo por amor, Zachary Efron.
Ele beijou-lhe a mão e olhou na direção da casa.
— Podemos reconstruir tudo outra vez, Nessa. Talvez fosse mesmo hora de enterrar o passado.
Os pingos de chuva tornaram-se mais freqüentes, e Zac olhou suas terras, que ainda ardiam. O fogo estava dominado, e o vento soprava, levando as chamas remanescentes de volta às terras já em cinzas.
O céu se abriu e finalmente despejou a tão esperada chuva. Zac colocou seu chapéu em Vanessa.
— Preciso agradecer a todos pela ajuda — Zac disse, com os braços em volta dela. — Depois, eu a quero só para mim. Precisamos de uma segunda lua-de-mel.
— Podemos levar Aurora se quiser.
Ele sacudiu a cabeça em negativa.
— Minha mãe pode ficar com ela por uma semana. Daremos férias também para Lúcia. Assim terei você em minha cama com exclusividade.
Vanessa sentiu uma eletricidade gostosa percorrer-lhe o corpo.
— Mal posso esperar! Vamos. Vou ajudá-lo a agradecer ao pessoal. Zac, salvei o que pude de sua casa. Está tudo na caminhonete, no meu rancho.
— Ah, Nessa, obrigado — ele disse. — Tive de sair às pressas. Por acaso pegou algumas de minhas roupas?
— Claro que sim — ela disse. — Está vendo como sou indispensável em sua vida.
— Tem razão. Não quero nem pensar em viver sem você.
*****
Vanessa estava de pé no terraço, apreciando as luzes de Paris, o Arco do Triunfo em uma direção, e a Torre Eiffel na outra.
Sentiu uma mão puxá-la para dentro do quarto de hotel.
— Calma!
— Venha aqui — Zac pediu. Os dois perderam o equilíbrio e caíram sobre a cama. — Pode ver Paris outra hora.... — Ele ficou sério. — Gosta mesmo de cidades, Nessa? Vou fazer de tudo para mantê-la comigo naquele rancho.
— É mesmo? E o que vai fazer? — ela brincou.
Ele puxou-a para junto de si e a beijou.
Rolaram na cama, um despindo o outro.
Já sem as roupas, Vanessa aproximou-se dele e o acariciou em uma parte muito íntima e deliciosa, delirando ao ver-lhe a reação espontânea.
Ele rolou por cima dela e gemeu de prazer.
Movendo-se entre suas coxas, ele a possuiu.
Ansiosa por mais, Vanessa o envolveu com as pernas e apertou-lhe os quadris com as mãos.
Continuaram em movimentos rítmicos até atingir o êxtase.
Ela concentrou-se em seus olhos azuis, e deslizou o dedo através de seu peito liso.
— Zac, gostaria de parar de tomar a pílula. Eu sei que não estamos bem financeiramente por causa dos prejuízos com o incêndio e a compra das terras de minhas irmãs...
Ele pousou o dedo nos lábios de Vanessa.
— Pss... — ele disse, e beijou-lhe os lábios de leve. — Acho uma ótima ideia. Você é maravilhosa com Aurora, e tenho certeza de que ela vai adorar ter um irmãozinho. Eu adoraria ter mais um filho. Vai dar tudo certo. Podemos vender algumas cabeças de gado ou uma parte das terras. — Ele olhou para Vanessa com ternura.
Ela envolveu-o em um abraço apertado, e ele a beijou.
Vanessa fechou os olhos e retribuiu os beijos.
Amava Zac e Aurora mais que tudo no mundo.
E, em breve, teria mais um pequeno Efron para amar!

FIM

Hellooo girls...
E chegamos ao último capítulooo... :(
Espero que tenham gostado da fic amores!!
Por enquanto eu não irei postar mais fic porque ano que vem tenho coisas da 
faculdade que tenho que fazer... Mas isso não é um adeus... Quem sabe em julho de 2016, eu não volte com uma nova história!?
Enfim amores, desejo mais uma vez a todos vocês um ótimo Natal e um Ano Novo com muita saúde, prosperidade. Que o ano que vai chegar seja muito melhor do que esse que está indo embora. Que neste ano novo sejamos capazes de diferenciar as coisas boas das ruins, para que possamos sempre juntos caminhar às novas mudanças, estando sempre disposto para aprender algo novo, de novo!
Um grande abraço a todos. Boas Festas!



3 comentários:

  1. Aaah ficou PERFEITA a fic eu simplesmente amei. Vou sentir saudades das tuas historias mas vou torcer pra vc voltar em julho. Te desejo tudo de bom na faculdade e que se tudo certo. Bjoss feliz natal e um novo cheio de coisas boas.

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  2. Meu coração está em pedaços
    A fic foi perfeita
    Esse último capítulo foi maravilhoso
    Amr amo tanto as fics que vc posta
    Posta mais uma nas férias, please
    Vou morrer de saudades
    Que seu 2016 seja melhor que 2015 e que vc consiga realizar todos oa seus desejos
    Até mais,xx

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  3. Ah n pq sentirei falta da fic e de vc tbm foi perfeita do inicio ao fim um feliz natal pra vc tudo de bom espero q volte logo
    Xoxo

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